segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Halloween

Esta é a bruxinha cor-de-rosa

e esta é fabulosa equipa da "Caça ao Tesouro"

Uma das pistas estava em código escondida no texto de um livro...

Os netos conseguiram encontrar o mapa do tesouro e o avô dá uma ajuda

... o tesouro estava enterrado e, claro, foram elas a agarrar nas ferramentas para o desenterrar

binóculos para ver os pássaros, lanternas de prender à cabeça... um verdadeiro tesouro!
Escavando abóboras

para a decoração da casa...

aqui as netas pintam uns horríveis olhos para pôr na sopa

parece que eram tão horríveis que houve quem tivesse alguma dificuldade para comer a sopa

mas... nenhuma dificuldade no momento dos doces...

Os doces são da Cakemania, claro!

Só falta dizer que a animação musical esteve a cargo do João

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Parabéns Asterix

Conheci o Asterix numa tarde de 1968 em Algés, apresentado pelo meu amigo Jean-Pierre Delimbeuf e nunca mais o larguei até à morte de Goscinny. Depois disso ninguém conseguiu fazer histórias tão engraçadas como Asterix en Hispanie, com o sacaninha do miúdo que retinha a respiração... Le Devin, La Zizanie... Asterix chez les Bretons... os desenhos eram os mesmos mas as histórias perderam muito humor

quarta-feira, 28 de Outubro de 2009

Adrenalina

Adrenaline Rush - On TubeWatcher.tv

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Mãe Elefante



Um extraordinário filme e uma extraordinária mãe. Também pode ser visto aqui com mais qualidade de imagem

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Agora



Vem aí um filme mais um filme Histórico, dos que eu gosto. Mas tenho que dizer que este post não é inocente.
Vou a meio do livro do Saramago (Caim) e independentemente da opinião que eu venha a ter sobre ele, acho que ele tem todo o direito de ter a sua opinião, de a expressar e que eu tenho todo o direito de ler o que me apetece e depois, só depois, falar sobre.
Venho de um tempo em que uns senhores diziam o que eu devia pensar, o que eu devia ler, sobre o que devia falar. Isso envergonhava-me.
Chegou, ou não chegou?
PS: Obrigada pelo link, Sónia

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Buçaco

O Palácio do Buçaco foi mandado construir pelo rei D. Carlos em plena mata, para servir como pavilhão de caça. Se isto se pode perceber, já não se percebe que numa área com mais de 100 hectares o palácio tenha sido construído precisamente ao lado do Convento dos Carmelitas e pior, tenha sido preciso destruir o refeitório, a biblioteca e a enfermaria para situar nesse local uma parte do Palácio. A tradição do desprezo pela cultura e património, pelos vistos, já vem de longe.

É uma pena que este Convento do século XVII tenha ficado amputado e o que resta esteja tão abandonado – vidros partidos, claustros cheios de ervas daninhas, nenhuma informação.
O que estará a fazer o Ministério da Cultura? E o Ministério da Agricultura e o Ministério do Ordenamento do Território? A mata tem uns trilhos muito agradáveis mas nenhuma indicação que evite que se perca quem lá vai a primeira vez. As árvores deviam ter placas que as identificassem, a Fonte Fria precisa de cuidados de manutenção, as capelas estão em ruínas, as Bulas Papais que estão nas Portas de Coimbra deviam ter uma legenda em português actual e, já agora, em francês e inglês. Neste país o turismo está todo virado para as praias… para a destruição das praias, quero dizer.

Vale a pena ficar no Hotel que é tranquilo e confortável.
No entanto sente-se alguma estranheza e perplexidade. É que em finais do século XIX o palácio foi construído em estilo manuelino… Estamos perante um arquitecto italiano profundo admirador do Mosteiro dos Jerónimos e da Torre de Belém e com uma total ausência de criatividade. Quem aqui chega pode pensar que o Palácio data do século XVI.

O melhor: a gentileza com que somos tratados, a varanda, o serviço, o jantar, a garrafeira, os trilhos na mata.

O pior: o jardim do hotel, precisa urgentemente de uma boa equipa de jardinagem. É inadmissível que esteja tão descuidado.

E uma surpresa: Suzanne Chantal a autora de “ A Vida Quotidiana em Portugal no Tempo do Terramoto” foi durante muitos anos cliente do hotel, e na recepção está à venda “Buçaco” um livrinho em que ela com uma imensa ternura fala do hotel e das férias aí passadas.

sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

XXL...?!

"Olhe, por favor, pode trazer o tamanho acima? Este é o M e está um bocadinho apertado...
- ...aqui está!"

Visto o casaco, miro-me de frente... viro de um lado, viro do outro, consulto a empregada... está perfeito.

Chego a casa, olho detalhadamente e sinto uma fúria: a empregada enganou-se e meteu-me no saco um XXL em vez do L.

Lá vou ter que voltar à loja, perder tempo e muito provavelmente ouvir dizer "Já não temos o tamanho L. Vendi o último há bocadinho. "Acalma-te veste lá o casaco só para ver como vai ficar a boiar".
Não ficou a boiar, era o mesmo casaco que eu tinha experimentado.

Fúria assassina contra a empregada: "mas como é que ela se atreveu a passar de um M para um XXL? Assim, de repente, sem aviso prévio?"

Da fúria para a depressão, afinal era o meu primeiro XXL...

Depois raciocinei à medida da necessidade, "o casaco é made in China... toda a gente sabe como as chinesas são pequenas... portanto o XXL de uma chinesa corresponde certamente ao L português.

Adormeci descansada.