Mudei de computador, adeus oh Toshiba do e-escola - a tua memória estava como a minha: só com 1 ou dois gigas pró gasto.
Mudei de sistema operativo - adeus Vista, levei tempo a adaptar-me e quando já estávamos tão entrosados que já não havia segredos entre nós, aparece o Windows 7. Agora são as chatices. Passar fotografias da máquina...Instalar programas... mas onde é que eu deixei os CDs de instalação? E onde é que este sistema arrumou as ferramentas? E onde foram parar algumas pastas que não aparecem em lado nenhum? E como é que abro várias páginas simultâneas de internet?
Isto está um bocado esquisito...
terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010
Vamos ver-nos gregos
Não deve faltar muito.
Este governo (assim mesmo com g, porque nem sequer merece maiúscula) sem coluna vertebral, ou com ela dobrada até ao chão, vai emprestar 140 milhões de euros a Angola que, como todos sabemos, é pobrezinha e mora longe. A mim cabe-me desembolsar 14 euros. O Banco de Portugal não controlou as falcatruas dos Bancos, foi o que se viu, nós pagamos e o Rendeiro anda por aí... as grandes obras públicas deste Estado falido vão ser pagas também pelos nossos netos. O Sócrates grego disse Só sei que nada sei.
Este nem isso sabe.
Este governo (assim mesmo com g, porque nem sequer merece maiúscula) sem coluna vertebral, ou com ela dobrada até ao chão, vai emprestar 140 milhões de euros a Angola que, como todos sabemos, é pobrezinha e mora longe. A mim cabe-me desembolsar 14 euros. O Banco de Portugal não controlou as falcatruas dos Bancos, foi o que se viu, nós pagamos e o Rendeiro anda por aí... as grandes obras públicas deste Estado falido vão ser pagas também pelos nossos netos. O Sócrates grego disse Só sei que nada sei.
Este nem isso sabe.
sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
O Palácio da Ajuda e as Donas Amélias
Hoje fui com as minhas amigas visitar a Exposição que está na Galeria do Rei D. Luís I. São obras que viajaram da Madeira até Lisboa e que contam os 500 anos da História do Arquipélago. As formas dos pães de açúcar, a Arte Sacra, as pratas e os móveis feitos com a madeira das caixas que transportavam o açúcar, os retratos e as paisagens... uma verdadeira surpresa. Depois, para continuarmos em ambiente ilhéu, fomos almoçar ao Espaço Açoriano... delicioso...nham, nham... para repetir!
Quando a rainha visitou a Ilha Terceira, as senhoras da ilha resolveram criar um doce em sua homenagem e assim aparecem as Donas Amélias. Estas que os meus netos, do mais pequeno à mais velha, devoraram num abrir e fechar de olhos, foram feitas no Natal.
A pedido, aqui vai a receita.
1 k de Açúcar
18 gemas
9 claras em castelo
400 gr de manteiga derretida e fria
400 gr de farinha de milho peneirada
2 colheres de sopa de canela em pó
12 colheres de sopa de mel de cana
200 gr de passas
100 gr de cidrão picado fino
raspa de limão
sal
noz moscada
Bate-se o açúcar com as gemas até esbranquiçar, junta-se a canela, as passas, o cidrão, a noz moscada, a raspa de limão e o sal.
Quando tudo estiver bem ligado, junta-se a manteiga derretida e de seguida as claras em castelo e por fim a farinha e o mel de cana. Sempre que se junta um ingrediente, bate-se para ligar.
Deita-se a massa em forminhas e vão ao forno à temperatura de 180º durante cerca de 15 min. Quando estão cozidos, tiram-se das formas e polvilha-se com açúcar em pó.
18 gemas
9 claras em castelo
400 gr de manteiga derretida e fria
400 gr de farinha de milho peneirada
2 colheres de sopa de canela em pó
12 colheres de sopa de mel de cana
200 gr de passas
100 gr de cidrão picado fino
raspa de limão
sal
noz moscada
Bate-se o açúcar com as gemas até esbranquiçar, junta-se a canela, as passas, o cidrão, a noz moscada, a raspa de limão e o sal.
Quando tudo estiver bem ligado, junta-se a manteiga derretida e de seguida as claras em castelo e por fim a farinha e o mel de cana. Sempre que se junta um ingrediente, bate-se para ligar.
Deita-se a massa em forminhas e vão ao forno à temperatura de 180º durante cerca de 15 min. Quando estão cozidos, tiram-se das formas e polvilha-se com açúcar em pó.
Usei formas de queques em silicone, a melhor invenção depois da roda.
terça-feira, 26 de Janeiro de 2010
Não há limites...
...para a utilização das folhas das bananeiras. Elas são utilizadas em arranjos florais, brinquedos para as crianças, na culinária, para fazer paredes, telhados e agora para forrar um carro. A fotografia foi feita em Inhambane e foi a minha amiga Buchinha que a enviou. Sempre a picar-me para ver se eu lá vou... e um destes dias vou mesmo. Deixem passar os ciclones do mês de Fevereiro...


sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010
Adivinhas de História (28)
quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
Gosto disto
E isto é um livro (ISBN 0-486-22479-1) acabadinho de chegar, via Amazon.
Há anos que ando a cuscar as vidas das gentes do século XVIII e, para me ajudar nessa tarefa, ninguém melhor que William Hogarth que conta histórias (para adultos) do quotidiano e zurze em todas as classes sociais. O século XVIII não foi só o glamour de pedras a cintilar, laços, fitas e cabeleiras empoadas. Foi também depravação, decadência, crueldade... Hogarth põe lá tudo.
Se era assim em Inglaterra, aqui não seria muito diferente.
Agora vou ali cuscar mais um bocadinho e já volto
sábado, 16 de Janeiro de 2010
Solidariedade com o Haiti
Esta é uma comovente imagem do encontro de uma criança com a mãe. Mas ficar comovido ou impressionado, não chega.Como poderemos nós também ajudar? Fazendo um donativo à AMI, que está no terreno a aliviar o sofrimento dos sobreviventes.
E se nas escolas as crianças tivessem a iniciativa de (organizados com os professores) oferecer algum do seu dinheiro para depositar na conta da AMI?
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